
Para enfrentar os problemas levantados pela crise venezuelana, de acordo com o eurodeputado socialista “é importante mobilizar a comunidade internacional e em particular os países vizinhos para pressionarem o governo venezuelano a restabelecer a normalidade democrática e a criar condições para a realização de um processo eleitoral livre, transparente e credível”, mas sem a quebra das “ténues linhas de diálogo que ainda se mantêm”.
Na frente humanitária, Carlos Zorrinho referiu que “quando mais de dois milhões de pessoas têm que abandonar o seu país por falta de condições de segurança e pela escassez de alimentos e de medicamentos que atinge em particular as populações mais vulneráveis, deixamos de estar apenas sob um grave problema político, para nos situarmos numa crise humanitária profunda e na falência de um regime e de um sistema político, com gravíssimas consequências sociais”.
No hemiciclo de Estrasburgo, Zorrinho recordou a aprovação ainda recente pelo Parlamento Europeu de várias resoluções com recomendações de diálogo e respeito pelos direitos humanos e pela democracia na Venezuela, as quais, lamentou, “infelizmente não foram seguidas”.
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